Quinta-feira, 25 de Agosto de 2016

Pequenos almoços saborosos

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O que eu gosto destas panquecas!!!
publicado por susana às 09:52
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Sábado, 20 de Agosto de 2016

Palavras da minha infância

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Quando penso numa palavra que marcou a minha infância, bacalhau foi seguramente uma delas. E esta palavra está  associada não só à minha vida, como à do meu irmão e à dos meus pais. Muito bacalhau comi, do melhor, como hoje acho que não como, porque não é  pescado pelo meu pai, nem cozinhado pela minha mãe.  Porque os dois preparavam-no com amor e com arte! Tenho saudades, muitas, dos rituais que a palavra bacalhau encerra.  Saudosismo à parte, e para grande surpresa cá de casa fiz um Bacalhau à brás. Disse o moreno que foi a primeira vez que fiz e os miúdos não têm  ideia da última vez que comeram, pelo menos, feito por mim. Bacalhau à Brás, repetiram e não sobrou! Para eles, mais um prato, para mim muito mais... O bacalhau é  uma memória antiga..rica em sinónimos!!!  É comida, é família, é  lágrimas, é reencontro e é saudade!
publicado por susana às 12:05
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Quinta-feira, 4 de Agosto de 2016

Com o pensamento nas férias

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Hoje acordei antes do despertador.

Bem antes, diga-se!

E não foi um beijo enamorado nem um dos miúdos que me acordou, ou não estivesse eu sozinha em casa.

Nem foram os cães a ladrar, que tanto me têm arreliado nos últimos tempos,

A chuva decidiu dar o ar da sua graça e a janela atenta, bem mandada por sinal, fechou! E foi com esse barulho que acordei!

Com a janela a fechar, um bom pressagio portanto! A pensar nos ciclos que se encerram, nas portas que queremos fechadas a sete chaves e nas janelas que queremos abertas de par em par!

E acordei cheia de fome!

E foi na cozinha que continuei a relaxar.

Preparei um otimo pequeno sem gluten, assunto para os próximos capítulos, que sobre isto haverá muito mais a dizer.

Tomei o pequeno almoço no pátio, sob o olhar tento do Spot e da chuva miudinha!

Céu carregado e cinzento, nem parece Agosto e as férias estão a chegar.

Hoje, sinto-me pronta para os improvisos do dia, para as surpresas que possam vir.

Pronta para o mau–humor e para a falta de paciência. Pronta para a falta de tolerância e pronta para as crises de arrogância.

Hoje acordei tranquila e confiante.

Imune!

Acordei cheia de saudades das minhas crias e do meu amor e acordei cheia de fome.

Aos poucos vou matando o que me consome, o que me faz falta e o que dispenso.

E hoje até matei a falta de vontade de escrever! E voltei a este cantinho que tanto me costuma fazer feliz!

E dar a volta e recomeçar, é o lema para continuar...

Recomeços... acreditar... insistir... tem sido sempre assim!
publicado por susana às 09:25
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Terça-feira, 19 de Janeiro de 2016

O nascimento da M

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Chegou finalmente. No tempo certo. É sempre no tempo certo. Mas quem espera desespera. E contam-se os dias.

Ontem foi o dia. Nasceu a minha sobrinha. E não nos cansamos de contemplar com aquele sorriso parvo. Do reconhecimento que fazemos, das parecenças que buscamos.

Das memórias que nos tomam de assalto... quando lhe pegamos ao colo.

E cheira-se a cria, que o cheiro do bebé é inigualável. É puro!

É um misto de felicidade e saudade! Saudades das nossas crias que também foram assim!

O dia em que vimos os nossos filhos pela primeira vez é algo que não se esquece! Eu não me esqueço. E foi no mesmo hospital que tudo aconteceu pela primeira vez, já lá vão 14 anos! E agora são eles que pegam na prima ao colo e que se deliciam. Porque ninguém fica indiferente a tamanho momento de felicidade.

Ainda estou anestesiada...
publicado por susana às 14:09
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Sábado, 9 de Janeiro de 2016

Devias de ter vergonha!

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Não há maneira de fazer no sítio certo, não é? Mas garanto-te que aprendes, meu malandro! O que te vale, é que te adoro e sei que eu, é que tenho que ter mais um bocadinho de paciência!! Mas há alturas que me deixas cá com uns nervos... Vamos lá a aguentar essa bexiga mais algum tempo, tá? E sempre no mesmo sítio, combinado? Ou queres que te envergonhe em público?
publicado por susana às 18:51
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Sexta-feira, 8 de Janeiro de 2016

Dos profissionais que fazem história

Ontem foi dia de vacinas! Tétano e cancro do colo do útero! -Tens sorte, mais sorte do que a tua mamã e eu, que não tivemos esta oportunidade, quando tínhamos a tua idade!!! Disse-lhe a enfermeira que a conhece desde sempre. Apesar de ter sido super carinhosa, não impediu que a minha princesa chorasse. Mas eu sei que aquilo foi mais medo que dor! Ela quis sentar-se no meu colo, como se fosse pequenina. Como naquele tempo em que ainda cabia toda nas minhas pernas... E ainda foi chorosa para casa, até que se esqueceu... Lembrou-se quando lhe dei um beijo de boa noite... Afinal doía um bocadinho e o colo da mãe ia ajudar a passar. Deixei-a dormir no nosso meio. Claro que eu e o pai dormimos mal, que acordei vezes sem conta com frio porque ela empurrava a roupa da cama com os pés. Mas vê-la a dormir foi mais forte do que o frio e os pontapés que me deu. É que para nós, serão sempre os nossos meninos. Grandes! Mas é aproveitar agora. O voo ainda e raso, mas o ninho há-de estar sempre pronto para os receber!
publicado por susana às 17:57
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Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2016

Tanto quilómetro em 2015

Quem me conhece, já sabe que raramente vou correr sem mochila, aliás, levo-a sempre comigo. Seja em treino ou seja em prova, lá vai a parvinha da mochila. Já fui gozada várias vezes por isso, ridicularizada mesmo!

Mas alguém faz uma prova de 10km com mochila às costas? Só mesmo quem não percebe nada da poda. Mas eu levo-a sempre. Quero lá saber.

É lá que guardo as chaves, levo água se achar que preciso, levo dinheiro e comida, de acordo com o treino que pretender fazer. E ainda guardo os pertences de outros que vão comigo, que preferem fazer treinos sem grandes pesos ou incómodos. E não custa nada, não custa mesmo!

E claro, guardo o telemóvel enquanto regista os quilómetros que vou fazendo. Além do registo em quilómetros também sou a favor do registo fotográfico. Lá está, tenho a memória curta e se não consigo primar pelos tempos, ao menos que tenha fotos giras. Aliás, já tenho penalizado em muito, o tempo de provas, precisamente porque adoro o relato fotográfico final e ostento-o com orgulho.

Tretas, tretas, eu sei!!!!

Uso o Runtastic desde que comecei a correr em Outubro de 2013 e agora olhando para a aplicação e depois de somar os quilómetros, espanto-me não com o que corri este ano, mas com o que corri, comparativamente com o ano de 2014! 1558 quilómetros em 2015 e 666 quilómetros em 2014.

A esta hora, muitos de vocês, como se eu tivesse uma legião de fãs a ler-me, estão a rebolar-se no chão, de tão patéticos que são estes números. Compreendo-vos, sou uma fraca, não corro todos os dias, nunca corri 200 quilómetros num mês, apesar de já me ter proposto a isso e de ter falhado o objetivo. Por duas vezes falhei redondamente esse objetivo.

E os números de desculpas em 2015? Também foram alguns! Ou muitos! E não, não treinei a sério para a maratona, mas a resposta a isso está no tempo que demorei a chegar à meta, 5 horas. Fraquinha, fraquinha!!!!

Não deixam de ser simplesmente números, mas bem esmiuçados, representam tanto! Representam vida e loucura. Representam várias provas ao longo do ano, a tal maratona em que corri em modo tartaruga, uma ultramaratona de 45km, se bem que há quem diga que só é ultra a partir dos 50km e treinos, muitos, ou só alguns, dirão os atletas a sério, aqueles que ainda estão no chão a rebolar de tanto rir!

É que disto percebo pouco, quase nada. Só sei que são números apenas, números de quilómetros em treino, madrugadas, noites, montes, estrada, chuva, lama e calor. São números apenas, números de vezes com caibras, com bolhas nos pés e com dores no corpo todo. Números apenas, ou quilómetros, vá! Mas são os meus números e é deles que eu sou feita. Que 2016 me traga muitos mais, …porque são estes números patéticos que me fazem feliz!

E chega, parem de rir, ou ainda ficam com soluços e dores de barriga, tá? Vão mas é correr!!!!!!

publicado por susana às 18:03
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Quinta-feira, 31 de Dezembro de 2015

Pedras no caminho

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Lembrei-me que hoje podia trazer mais uma pedra para casa, a juntar a tantas outras, cada uma com o seu significado! Esta apanhei-a já no fim do treino. Simboliza todos os quilómetros feitos ao longo do ano de 2015. Afinal apanhei tantas pedras este ano! Corri o triplo do que corri em 2014, por isso a probabilidade de encontrar pedras no caminho, aumentou consideravelmente. Umas fizeram-me cair, noutras escorreguei, a outras agarrei-me para não me espalhar ao comprido. As pedras simbolizam muito mais do que tudo isto, porque encontrei tantas pedras no meu caminho... Aprendi a desviar-me, a contornar, a saltar. Aprendi a viver com as pedras... Tantas... Se noutras alturas dizia que as guardava para construir um castelo, hoje escolho as que guarda e as que deito fora. Nem todas prestam! E há aquelas que nos iludem e afinal estão soltas. Depois as outras, firmes e fortes, onde me sentei e descansei!
publicado por susana às 17:46
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Terça-feira, 29 de Dezembro de 2015

São Silvestre 2015

O Santo Silvestre é bastante aclamado por estes dias. As provas com o seu nome são mais que as mães, e quem tem genica e tempo, corre-as todas.

Sinceramente não acho grande piada, escolho a que me toca ao coração e a carteira também agradeça, pois está claro.

Pelo terceiro ano consecutivo participei na São Silvestre do Porto e mais uma vez, foi uma corrida muito especial, aliás a mais especial de todas.

Em 2013 estreei-me nesta coisa das provas, a primeiríssima de todas foi a Corrida de S. Silvestre. Mal eu sabia que depois dessa, muitas mais viriam.

O ano passado voltou a ser especial, afinal a correr há um ano e ainda não tinha desistido e ainda melhorei o tempo. Boa!

Este ano, Santo Deus, foi melhor ainda.

Muito melhor.

A vida tem-me surpreendido tanto e dado coisas tão boas quee agora sou apelidada lá em casa, de chorona.

E gozam… e gozam… -“Esperem que a mãe já vai começar a chorar outra vez!!!!!”

Pois é, não são só as tristezas que me fazem chorar, tudo me faz chorar, é verdade e não, não estou grávida, mas tenho tudo e tudo à flor da pele.

No Domingo, o meu filho fez a prova comigo. Corremos juntos, os dez quilómetros. Acompanhei-o sempre com o coração nas mãos para que ele se sentisse capaz de terminar.

E vibrou e terminou e eu… chorei.

Ter os amigos na meta e o pai a torcer por nós, era de esperar o quê?

Terminarmos de mãos dadas, às páginas tantas agarrou na minha mão e nos últimos metros puxou por mim!

Deu nisto, choradeira e um orgulho tão grande que não cabe num coração pequeno como o meu.

A vida prega partidas, mas tem-me dado momentos de felicidade pura.

Sempre fui muito chorona, muito emotiva, mas agora sou bem mais. E são realmente as coisas pequeninas que dão o verdadeiro significado a isto a que chamam de vida. É que eu também me questiono muito e há tanta coisinha que eu não entendo, mas acredito que vêm com um propósito.
publicado por susana às 12:28
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Terça-feira, 1 de Dezembro de 2015

Dezembro

Dezembro é sempre especial! É o mês do Natal!  O mês em que a minha filha faz anos!  O mês em que comprei casa! O último mês, que por vezes queremos que chegue depressa para tão depressa partir e fechar o ano, quando não o consideramos positivo.  Dezembro não é o mês de balanço.  Esse já foi em Setembro. Mas com a falta de tantas concretizações,  Dezembro renova a esperança! Com 2015 a terminar, penso só que quero apenas uma coisa de presente: saúde para mim e para os meus...  Ter saúde é  ter tudo e só quando não a temos lhe sentimos a falta....  E infelizmente há tanta coisa que não controlamos, que não basta só querer. Mas não peço mais nada...  A paz e a harmonia, vão chegando, à medida que nos vamos esforçando. Porque depende de nós.... Porque apesar de ser um trabalho nem sempre fácil,  a busca da paz eleva-nos a um outro patamar... 
publicado por susana às 11:31
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