Terça-feira, 31 de Maio de 2011

Hoje apetece-me ... nada!

Há dias assim, em que apetece nada.

Tudo, seria muito e hoje estou cansada.

Amanha passa.

Hoje deixo-me ficar assim.

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publicado por susana às 22:00
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Segunda-feira, 30 de Maio de 2011

Vamos perder a festa!

As aulas estão na recta final.

Os preparativos para a grande festa já começaram.

A azáfama é evidente, entre auxiliares, professores e pais. Todos têm colaborado e até as crianças têm ajudado.

A festa da escola já tinha dia marcado. E este ano ia ser diferente, bem diferente dos anos anteriores que na antiga escola, as festas de final de ano não deixaram saudades.

Este ano tenho sentido carinho e devoção em tudo o que têm feito e até eu estava tremendamente empolgada com a festa.

Estas iniciativas deixam marcas e não é todos os anos que se é finalista.

E mudaram o dia da festa e nesse dia não podemos de todo, estar presentes.

Nem sei qual dos dois ficou mas triste, se ele, se eu. 

 

publicado por susana às 22:14
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Caminhadas

As noites estão mais apetecíveis e o gosto pelas caminhadas depois de jantar, é algo que temos em comum.

Ultimamente por este ou aquele motivo não tem sido possível e tenho-lhes sentido a falta.

No sábado porque acordei bem cedo, mais cedo ainda do que habitual, saí, sem que se apercebessem.

As chaves de casa, o telemóvel e uns trocos no bolso. Somente.

Ainda não eram sete horas da manhã e as ruas estavam desertas. Só os passarinhos tinham acordado e o sol, esse, já ia alto.

Passei a pé por onde passo todos os dias de carro, mas mais parecia estar a fazer um trajecto diferente, que a visão é outra.

Vêem-se os jardins das casas, as hortas, as sementeiras e as casotas dos cães ao fundo do quintal.

Os tanques cheios de água, as roupas nos estendais e a lenha religiosamente empilhada encostada às paredes das casas, por baixo dos telheiros.

Todo o cuidado é pouco que os passeios são escassos e os que existem são estreitos.

Caminhar pela berma da estrada obriga-nos a cuidados redobrados. Mas as ruas estavam ainda desertas e durante algum tempo não me cruzei com um único carro, nem viva alma para que pudesse trocar uma saudação matinal.

Que bem que soube aquela caminhada, que me deixou cansada, mas relaxada.

Durou cerca de uma hora e já no final do percurso, os carros começaram a passar e aos poucos o silencio foi-se perdendo.

Em casa, ainda todos dormiam e um banho quente devolveu-se o cansaço e deixou-me dormitar mais um pouco.

E que bem que soube.

E ás vezes é bom quando se viram as rotinas do avesso, quando se vê ao contrário e se trocam as voltas, as nossas próprias voltas.

publicado por susana às 21:30
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Domingo, 29 de Maio de 2011

O que eu descobri com a maternidade

Um sonho que acalentei desde sempre, o de ser mãe. Quando finalmente aconteceu, pela primeira vez, já lá vão quase 10 anos, a felicidade arrebatou-me, mas logo me apercebi que os desafios eram muitos e nem sempre estive à altura de os superar. A maternidade mostrou-me muito mais do que aquilo que eu sabia, ouvia ou lia. Devolveu-me uma nova vida, fez de mim uma pessoa diferente, melhor, mas não no imediato. Hoje olho para trás e sinto isso. Vejo naquilo que me tornei depois de ter sido mãe, mas o inicio foi complicado, muito. Revoltei-me por nem sempre ser capaz de lhe devolver a calma quando chorava, porque a amamentação não foi um processo pacifico e talvez tenha sido mesmo, esse o primeiro momento que me devolveu apenas mágoa e a sensação de falha. A amamentação revelou-se um fracasso completo, não fui capaz de sentir aquilo que li tantas vezes em revistas e livros da especialidade. Afinal esse momento único era uma fraude, ou existia mesmo? Não o senti assim, essa magia de que se falava, deixou-me apenas pedaços de tensão que agonizavam cada vez mais a minha dor. Nesses momentos anulei-me como mãe, reagi da pior forma possível. Chorava de cada vez que preparava o biberão e a angustia engoliu tantos outros sentimentos que podiam ter tornado aqueles momentos bem menos dolorosos e tão mais aprazíveis. Descobri com a maternidade, que os planos que traçamos e os sonhos que investimos, podem ser falíveis, e muitos foram mesmo vencidos pela insegurança e pelo medo. A maternidade foi a própria descoberta de mim, como um ser que renasceu no dia do nascimento dos meus filhos. Descobri com a maternidade que o amor que se tem a um filho é imensurável e que apesar das dúvidas e das aflições vale a pena o caminho, mesmo que por vezes seja trilhado por estradas muito sinuosas. Descobri que a maternidade, me fez definitivamente uma pessoa completa e feliz e que os fantasmas que encontrei, tornaram-me melhor e mais capaz.

publicado por susana às 08:43
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Quinta-feira, 26 de Maio de 2011

Quando a porta se abre

Julgas-te igual quando acordas.

A noite ofereceu-te sono e descanso.

No lugar da insónia deitou-se o teu amor.

Julgas-te igual quando acordas.

O dia repete as mesmas horas,

E tantos rituais abrem a porta da manhã.

Não subestimes a grandiosidade do teu sorriso

Não te julgues igual a ontem.

Hoje és certamente uma pessoa muito melhor.

Ou pensas que a rectidão não faz destas coisas?

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publicado por susana às 19:24
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Tão giras

fotografia.PNG
Tão frescas! Era menina para vestir o amarelinho!

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publicado por susana às 13:02
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Quarta-feira, 25 de Maio de 2011

E viva o pão

 

Desta vez utilizei pão duro, bastante duro e mais uma vez fiquei rendida às subremesas feitas com pão.

E confundiram o pão com maça. É curioso o facto de não ser perceptível este ingrediente no resultado final.

Nota 10.

 

7dl de leite

1 pau de canela

120gr de carcaças duras

150gr de açúcar amarelo

1 colher de sobremesa de canela em pó

4 ovos

 

Ligue o forno a 180º. Barre uma forma tipo bolo inglês, com caramelo.

Opto sempre por caramelo caseiro feito por mim, mas podem sempre utilizar aquele de compra.

Ferva 5dl de leite com o pau de canela e reserve. Corte as carcaças em pedaços e verta o leite quente por cima.

À parte, misture o açúcar com a canela em pó, o leite restante e os ovos. Reserve.

Mexa bem a mistura de pão até se desfazer e junte o preparado de ovos. Verta na forma e leve a cozer, em banho maria, durante uma hora.

Desenforme já frio. E não resista, é óptimo!

publicado por susana às 20:08
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Piolhagem

O mais importante, agora é desparasitar e esperar que todos o façam, para que este incomodo se dissipe de vez.
Eu que já vi este filme umas duas vezes, não me apetecia nada voltar ao mesmo.
E na farmácia diz que a afluência tem sido muito, a procura do champoo foi grande.
Desta vez a mais nova veio ensinada, que os bicharocos são umas coisas muito pequeninas cor de rosa, presumo que se chamem lêndeas, mas pronto, bichinhos rosas são mais fofinhos! Isto para o caso de eu ter alguma dificuldade em identifica-los, que confesso já aconteceu. Que fiquem com esse nome! Agora na cabeça dos cachopos é que não.
E esta sugestão que se sente quando se fala dos ditos cujos? Dá-nos logo uma comichão!
publicado por susana às 02:29
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Terça-feira, 24 de Maio de 2011

Rancho das flores

 

 

Entre as prendas com que a natureza
Alegrou este mundo onde há tanta tristeza
A beleza das flores realça em primeiro lugar
É um milagre do aroma florido
Mais lindo que todas as graças do céu
E até mesmo do mar
Olhem bem para a rosa
Não há mais formosa
É flor dos amantes
É rosa-mulher
Que em perfume e em nobreza
Vem antes do cravo
E do lírio e da hortência
E da dália e do bom crisântemo
E até mesmo do puro e gentil malmequer
E reparem no cravo o escravo da rosa
Que é flor mais cheirosa
De enfeite sutil
E no lírio que causa o delírio da rosa
O martírio da alma da rosa
Que é a flor mais vaidosa e mais prosa
Entre as flores do nosso Brasil
Abram alas pra dália garbosa
Da cor mais vistosa
Do grande jardim da existência das flores
Tão cheias de cores gentis
E também para a hortência inocente
A flor mais contente
No azul do seu corpo macio e feliz
Satisfeita da vida
Vem a margarida
Que é a flor preferida dos que tem paixão
E agora é a vez da papoula vermelha
A que dá tanto mel pras abelhas
E alegra este mundo tão triste
No amor que é o meu coração
E agora que temos o bom crisântemo
Seu nome cantemos em verso e em prosa
Porém que não tem a beleza da rosa
Que uma rosa não é só uma flor
Uma rosa é uma rosa, é uma rosa
É a mulher rescendendo de amor
 
"Vinícius de Moraes"
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publicado por susana às 22:23
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Domingo, 22 de Maio de 2011

Tarte cremosa de pão

Não temos sido consumidores acérrimos, de pão nos últimos tempos, o que me obrigou a comprar pão fresco para a confecção desta tarte, porque o ideal mesmo é aproveitar restos de pão duro que já não se consiga comer, a não ser em sopas de leite ou torrado, por exemplo.

A tarte ficou muito apresentável e saborosa.

300gr de pão

230 gr de açúcar

7 dl de leite

6 ovos

4 gemas

2 gotas de essência de baunilha

 

Ligar o forno a 180º. Untar a tarteira com manteiga, polvilhe-a de açúcar e reserve.

Triture o pão e junte-lhe o açúcar. Ferva o leite e verta-o sobre o pão com o açúcar.

À parte, bata os ovos com as gemas e a baunilha.

Junte os preparados e verta-os na tarteira.

Vai ao forno cerca de 40 minutos. Se preferir sirva a tarte polvilhada de com açúcar em pó e canela. 

publicado por susana às 21:40
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