Terça-feira, 22 de Dezembro de 2009

Acordou

Então não é que me enganei?

A cachopa acordou e não por culpa da tosse, mas sim por culpa da fome.

Quer um leitinho e pela conversa não vai adormecer tão cedo.

A ver vamos.

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publicado por susana às 23:07
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Troca de mensagens

O meu filho é um castiço.

Agora que tem o seu endereço de e-mail, comunica connosco.

Já recebi uns quantos, desde que estou aqui a escrever.

Blá, blá, blá, gosto de ti, tenho saudades tuas, blá, blá, blá....

Não obstante o pouco sumo que se extrai do que me escreve, sei que são verdadeiras as mensagens que me envia.

Estes dias, longe da rotina habitual vão ser imprescindíveis para ele recuperar do cansaço e do stress dos últimos meses.

Levanta-se bastante cedo, numa correria imposta por mim, que vai ao encontro dos rituais que se repetem diariamente.

A escola, as actividades extracurriculares, os trabalhos de casa, as guerrinhas com a irmã, as namoradas, os amigos, as brincadeiras...

Amanha vão ser entregues as avaliações do primeiro período.

Não que sejam propriamente uma novidade, ainda assim não me posso esquecer que a existirem culpados pelo fraco desempenho que possa surgir, devo-me incluir, porque tenho consciência que falhei em vários momentos.

Não era suposto acontecer, é nosso dever acompanhar os nossos filhos, todos os dias, dia após dia. 

Por isso falhamos quando deixamos para amanhã uma revista à mochila da escola ou mesmo a supervisão dos livros e dos trabalhos feitos diariamente.

O razoável seria acompanhar ao pormenor, tudo o que se passou nesse dia.

Mas os dias passam, as semanas avançam e a passos largos corre o tempo que não nos deixa tempo para reflectir, agir e corrigir.

E é aqui que entram as prioridades, que as definimos.

E em alturas como estas, repensamos, trilhamos estratégias e discutimos sobre os caminhos a seguir.

Coisas há que passam para segundo plano.

O certo é, que nada se deve sobrepor à educação de um filho e nada é mais importante que a sua integridade.

 

  

 

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publicado por susana às 22:18
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"O Feiticeiro de OZ"

A noite não está tão fria, ainda assim não dispenso o cobertor.

Ontem por esta hora, já a chuva caía e os relâmpagos mesmo por cima da nossa casa iluminavam toda a rua.

O cenário era brutal, por agora, a chuva e o vento abrandaram.

A Carolina já dorme, terminou o jantar no colo do pai e ali mesmo acabou por adormecer.

Continua com muita tosse , mas o cansaço é tal que provavelmente nem isso a irá acordar. 

Hoje foi ao Porto, ao Rivoli, ver o musical de Filipe La Féria, “O Feiticeiro de Oz”.

Veio encantada.

Ao que sei, prestou uma enorme atenção e em momento nenhum desviou o olhar do palco, de forma a poder absorver tudo o que se passava.

O dia foi longo, depois de uma noite atribulada, com tosse e sem luz, desde as 2 horas da manha.

Talvez por isso tenha sido vencida pelo cansaço.

Está particularmente dengosa nestes últimos dias.

Talvez por estar doente ou pela atenção total que lhe damos, que não é partilhada com o irmão que está em casa da avó, agora que as férias começaram.

Chora por nada, só pede colo e aninha-se nos nossos braços, encostando a cabecinha no nosso pescoço.

- Gosto muito de ti!

Diz-nos vezes sem conta.  

sinto-me:
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publicado por susana às 22:00
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Segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009

Carta ao Pai Natal

Querido Pai Natal, estamos a poucos dias de nos reencontrarmos, mas o propósito desta carta nada tem a ver com qualquer pedido.

Não me lembro da última vez que te escrevi e mesmo depois da última carta que recebes-te, muitos pedidos te fiz.

Lembro-me de não serem pedidos fora do comum, se bem que o meu maior pedido, e aquele que repetia praticamente todos os anos, nunca era satisfeito.

Lembras-te de me ouvir baixinho, quando me deitava?

Recordas-te de tantas vezes te ter pedido que juntasses a família, naquela noite tão especial?

Era um desejo tão fervoroso....

Nem por isso deixei de acreditar em ti.

Os anos foram passando e lembro-me de ajudar a minha mãe para que o meu irmão não se apercebesse que estavas a entrar em casa.

Ele não te via, mas sabia que tinhas sido tu a deixar os presentes na cozinha, em cima do fogão.

Ainda me lembro do medo estampado na carinha dele, quando fazias tanto barulho a entrar em casa.

Pela minha mão lá íamos os dois bem devagarinho, à cozinha.

Aquela noite resumia-se áquele momento e pouco mais porque a família não estava completa. O meu pai não estava connosco e tanto te pedi.

Nem por isso deixei de acreditar em ti.

Ainda hoje acredito e é por isso que a Noite de Natal me deixa tão feliz.

Quem eu quero ao pé, agora está!

Estamos todos juntos.

Não te peço nada, por mais que haja sempre alguma coisa que gostasse de ter.

Peço-te apenas que deixes perdurar, ano após ano, o Natal como é agora.

Já que tarde concretizas-te o meu pedido, não deixes que ninguém falte na Noite da Consoada.

Os meus filhos acreditam em ti.

É pelas mãos do meu pai, vestido como tu, que eles recebem os presentes.

É por isso que a noite de Natal, ano após ano, é cada vez mais mágica.

Feliz Natal para ti, pai!

   

sinto-me: iluminada
publicado por susana às 18:36
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Um fim de semana cheio de emoção

Há muito não tínhamos um fim de semana assim.

Dois dias inteirinhos, só para os quatro.

Se por um lado, o Domingo foi passado em casa, inteiramente de pijama, o Sábado foi passado fora. Saímos bem cedo e já caia a noite quando regressamos.

O fim de semana começou com uma ida ao cinema, onde tivemos oportunidade de mergulhar no Planeta 51, dar umas boas gargalhadas e encher a barriga de pipocas.

O Shoping estava infestado de gente, lojas cheias, muita confusão nos corredores e um desespero total para arranjarmos uma mesa para almoçarmos.

E como não há bela sem senão, foi mais ou menos aqui que começou a confusão com a disputa pelos brinquedos do Happy Meal.

Depois de apaziguar os animos, deixamos a Carolina na sua primeira festa de aniversário e o Tiago na Catequese.

Ficamos sós, por uma hora. 

Até podíamos ter ficado à beira mar a namorar ou simplesmente a conversar sem as interrupções habituais dos cachopos, mas as compras no supermercado falaram mais alto e pelo menos essas foram feitas com calma e em sossego.

No final da tarde já estávamos juntos novamente e quando regressamos a casa já os dois chegaram a dormir.

O domingo foi passado mais uma vez em família e com um programa não menos animado.

O maridão resolveu fazer pão caseiro, cozido no forno a lenha.

E não é que ficou saboroso!

Da cozinha já não posso dizer a mesma coisa, tal a brancura causada pela farinha em tudo o que era canto.

Mas lá se fizeram 5 broas.

Os cachopos acompanharam o trabalho do pai e apreciaram a actividade.

A repetir com certeza.

sinto-me:
publicado por susana às 09:46
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Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

Frieiras, frieirinhas, muitas

Nada que vos possa interessar, mas o desespero é tanto que pelo menos enquanto escrevo dissipa-se a vontade de trucidar os pés, tal a dor e comichão.

Neste momento são mais as frieiras que os dedos.

Dedos que mais parecem batatas vermelhas.

Que lástima.

Ainda bem que nos próximos dias não tenho que andar com os pés ao leu num qualquer sapatinho de Cinderela, que expusesse demais os meus ricos dedinhos.

Ao menos isso.

 

sinto-me:
publicado por susana às 16:40
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Neve em Paris

 

 

 

É o cenário ideal para a quadra.

Frio, Neve, brancura imaculada, árvores despidas de folhas e cobertas de um manto tão branco, que as torna místicas e de uma beleza impar.

Quero lá voltar um destes dias e percorrer as ruas cheias de luz e brilho.

 

sinto-me:
publicado por susana às 12:12
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Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009

Pasta medicinal Couto

 

 

Descobri-a no comércio tradicional.

Não me lembro sequer de a ter visto noutro lado, a não ser na minha memória do anuncio da televisão.

Trouxe-a comigo.

 

 

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publicado por susana às 23:20
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Avaliação da mais nova

Depois de uma grande choradeira, lá os deitei, mas não foi nada pacífico.

Ultimamente entramos em guerra todas as noites porque não querem ir dormir.

Ainda as baterias parecem estar carregadas e à viva força, me dizem que é cedo, que não estão cansados, blá, blá, blá...

Deitei-os, deixei a água do meu banho a correr, e ainda não estava quente, já os dois dormiam como dois anjinhos.

Que saga! Bem podia ser um momento aprazível, a hora de dormir, mas eles conseguem deixar-me acelerada e às paginas tantas quem deixa de ter paciência sou eu.

A mais nova trouxe a avaliação deste período, pois nem sequer há uma reunião, só no início do próximo mês.

Não atingiu alguns (poucos) dos objectivos que estavam delineados, alguns até compreendo, como atar os atacadores.

O calçado dela tem velcro, não pode exercitar a tarefa, a não ser que use uma sapatilha de alguém lá do infantário, caso contrário é discriminação.

Não escreve o nome dela com letras maiúsculas nem tão pouco identifica as letras do nome. Para piorar as coisas o nome dela é grande, tem imensas letras, se ela ao menos estivesse habituada a ser chamada pelo primeiro nome!

Pois não me lembro de ter passado por esta situação com o mais velho, na mesma idade.

Diz os números até dez, mas não os identifica quando lhe perguntam de que número se trata.

Será tudo isto normal, a miúda acabou de completar 4 anos!

Ainda confunde o seu lado direito, com o esquerdo, grande coisa, até a mim, ainda hoje me acontece.

Não finaliza uma tarefa sem supervisão e eu volto a sublinhar a idade da cachopa: 4 anos.

Não distingue sinónimos de antónimos, de palavras simples, mas será que ela sabe o significado destes chavões?

Não compreende, nem reproduz pensamentos ou poesias, nem exprime realidades nos desenhos.

Não, não leram mal, a cachopa tem mesmo 4 anos, feitos a semana passada.

Não sei se fico indignada ou preocupada.

Também não tem noção de mês.

O meu filho mais velho, com o dobro da idade ainda hoje me pergunta que dia é, e até eu me baralho ás vezes.

Quero rigor e exigência na educação dos meus filhos, não consigo deixar de pensar no que li na ficha de perfil de desenvolvimento.

Tenho mesmo que por isto em pratos limpos e perceber o que se passa.

Ora bolas.

 

sinto-me:
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publicado por susana às 22:37
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Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

Princesa por um dia, sempre princesa!

Já dorme.

O dia começou bem cedo, mais cedo até que o habitual.

Acordou bem disposta e juntos, eu e o Tiago, cantamos-lhe os parabéns, como que a desejar-lhe um bom dia.

Também cantou connosco.

No relógio 8h, deixei-os na escola, despedimo-nos com beijos e mais beijos doces e ternurentos.

No relógio 21h, fui buscá-la a casa dos avós.

Só depois de a abraçar é que passou.

O aperto no peito deu lugar à tranquilidade.

Passou o dia sem mim, não sei como correu a festinha, se comeu do bolo que levou, se passou um dia feliz....

Quero acreditar que sim, mas eu não vi, não presenciei.

Só me restou, entrar com ela ao colo, deitá-la na cama, porque adormeceu no carro, no regresso a casa.

Sáo 4 anos de existência, uma mãozinha quase cheia, como ela mesmo diz.

Eu só queria ter estado mais tempo com ela.

Resta-me dormir agarradinha a ela.

O mano ficou na casa da avó.

O papá ainda está em Lisboa.

Hoje somos só nós as duas, como à quatro anos atrás, ela e eu.

 

 

 

publicado por susana às 23:48
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