Quinta-feira, 5 de Maio de 2011

E o que não tem remédio, remediado está.

É claro que o facto de amanha ser sexta feira me alegra e muito, mas só de saber que a chuva está de volta, dá-me um nervoso miudinho.

Eu adoro o fim de semana e para mim, a família, é sinónimo disso mesmo, na maior parte das vezes a quatro e outras vezes a dois, que namorar é preciso e mesmo assim nem sempre se recupera o tempo perdido. 

Faça chuva os faça sol há sempre planos para estes dois dias tão curtinhos. Ás vezes fazer nada também faz parte dos planos, mas o que eu queria mesmo era sol.

Apanhar ar e um bocadinho de sol na moleirinha, só fazia bem.

Era bem capaz de afugentar algum cansaço e devolver energias revigorantes.

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publicado por susana às 17:03
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Herpes labial

Não faltava mais nada!
E sentir aquele ardor, aquela comichão e a vontade de arrancar aquele bocadinho que incomoda. Conhecemos-nos tão bem que não me larga e duas ou três vezes por ano visita-me. Veio passar uns dias cá a casa. E o que eu dispensava este safado. Que irritação.
publicado por susana às 03:51
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Quarta-feira, 4 de Maio de 2011

Tarte de morangos

Uma sobremesa simples e rápida.

E porque esta é a altura dos morangos, vamos usar e abusar deste fruto delicioso.

Esta receita para mim também foi novidade. Descobri-a um destes dias em casa de uma amiga.

Duas bases de massa folhada

Creme a gosto para o recheio

Morangos

 

As bases vão ao forno, de forma a que fiquem levemente coradas.

Espalha-se o creme sobre uma das bases. Juntam-se morangos cortados e coloca-se a segunda base em cima da primeira.

Decorar a gosto.

publicado por susana às 23:28
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À PROCURA DO SOL

 

E parto em busca do sol.

dentro de mim,

uma volta que seja,

de braços abertos,

as minhas pétalas cantam! 

E todas as manhãs o procuro.

Fugir ou esconder-me

Seria virar as costas à vida,

e eu quero viver,

sentir calor,

Tanta coisa boa a acontecer! 

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publicado por susana às 19:31
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Terça-feira, 3 de Maio de 2011

Que bela dupla

Provas de aferição e greve geral. Uma sexta feira em cheio.
publicado por susana às 21:57
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Furo uma, a outra não

A minha filhota cumpriu um desejo antigo. Desde pequenita mostrou vontade em furar as orelhas, talvez por me ver de brincos todos os dias e ultimamente também algumas amiguinhas da escola.
Retardamos ao máximo o pedido que ela nos fazia constantemente, até porque não sou apologista de furarem as orelhas muito cedo. Eu sou do tempo em que se furavam as orelhas com uma agulha e se colocavam duas rodelas de batata, uma de cada lado da orelha, tipo sandes. O fio atravessava a orelha e ali ficava até que a desgraçada cicatriza-se.
Felizmente já não é nada assim.
Acabamos por aceder ao pedido da cachopa e no sábado, o papá levou-a à ouriversaria. Eu não pude estar presente e se calhar foi melhor assim. Depois do primeiro furo berrou que se fartou, ficou histérica, assustou a clientela, tirou completamente do sério aquela gente, inclusivé o pai. E não queria vir embora, não queria furar a outra orelha nem tirar o brinco que já lhe tinham colocado. Bem, aquilo foi do pior. Mais de uma hora, quando supostamente meia dúzia de minutos seriam suficientes. Depois de levar toda a gente à loucura, lá deixou furar a outra orelha. De repente parecia que não se tinha passado nada. E ainda teve a lata de dizer que no fim não doeu. Bem, tenho para mim que a cachopa ficou a um passo de ser proibida de entrar ali.
Tudo fica bem quando acaba bem, mas mesmo assim ainda lhe chegou a mão ao pêlo, com duas sapatadas. E quem a visse da rua, aos berros deve ter pensado que foi obrigada. Para esquecer!
publicado por susana às 21:47
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Domingo, 1 de Maio de 2011

Flexibilizar

Uma causa justa e válida, com tanto significado, que condiz na perfeição com a data que hoje se comemora.

Há dias mais do que outros, vá, muitos dias mesmo, que vemos a falta de flexibilidade como algo que gostaríamos de extinguir do nosso vocabulário e do nosso estilo de vida.

Damo-nos conta disto quando faltamos a uma reunião na escola, quando recusamos colaborar com o corpo docente alegando falta de tempo, quando ficamos incrédulas com aqueles sapatos ainda novos que deixaram de servir porque os seus pezitos, crescem tão depressa.

As desculpas para não ir ao parque multiplicam-se, a história que à noite lemos a correr porque há um infindo número de tarefas à nossa espera, os berros constantes pela manhã porque é tarde e o relógio não pára e já estamos atrasados e mais não sei o quê e despacha-te que estamos em cima da hora. E vale tudo, até pensar que a culpa não é nossa, é dos cachopos imbirrentes que não se levantaram a horas, que ficaram a preguiçar mais cinco minutos, que acordam, ainda nem o dia amanheceu e estão tão dormentes a beber o leite que até a caneca preferida lhes escorrega das mãos e lá se sujam.

Vale-lhes mais um ralhete e um castigo qualquer, só porque dá jeito e sempre se descarrega alguma fúria.

E somos tudo, menos flexíveis e tolerantes.

Somos tudo, menos mães presentes e disponíveis.

Apregoamos que fazemos tudo, mas não temos tempo para os ver crescer.

Somos tudo e achamos que tem que ser assim, que de outra forma não é possível e que reclamar o que quer que seja, mesmo que seja só mais um bocadinho de tempo, é ser exigente e egoísta.

Basta!

Reclamar tempo para a família e para os filhos é um acto de loucura, dizem uns e pensam outros, mas não imaginam, que afinal essa flexibilidade que nem sequer reconhecem, os torna prisioneiros de si mesmo.

Essas amarras que os prendem à vida a um ritmo desconcertante, formam um emaranhado tal,  de um enleio feroz, que só um corte, é capaz de devolver o fio da meada.

Pela flexibilidade, vale qualquer luta, vale o nosso grito, se quisermos fazer a diferença e fazer parte integrante daquilo a que apelidamos família.

Pela flexibilidade, sempre! 

publicado por susana às 14:50
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Minha mãe

Maio é o mês de Maria. Hoje é o dia da mãe, da minha mãe Maria e de todas as mães. Um beijo, em jeito de homenagem.

Um afago e uma palavra, se não for capaz de dizer mais. A escolha da minha palavra em forma de dedicatória, não é difícil. 

Que a amo, que a respeito, que me orgulho, sempre. Mas hoje escolho outra palavra. 

Obrigada Mãe, por tudo. 

Obrigada.

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publicado por susana às 09:16
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