Quarta-feira, 8 de Agosto de 2012

A canoagem no pódio

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Grande Fernando. Grande Emanuel.
A modalidade está de parabéns. A canoagem está de parabéns. Os atletas estão de parabéns. Portugal trouxe a sua primeira medalha e eu confesso que já me emocionei.
publicado por susana às 11:00
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Terça-feira, 7 de Agosto de 2012

São emprestados, lembram-se?

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publicado por susana às 15:46
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Palavras de amor

"Às vezes, é preciso conseguirmos o que não se consegue: parar de amar por um momento, para se ser amado por quem se ama.
Seria bom podermos parar para nos sentirmos amados sem ser de volta, na confusão de duas pessoas a amarem-se. Se não amássemos quem amássemos, talvez pudéssemos receber o amor dela e saber como era.
Mas não é provável. Se não a amássemos, não quereríamos saber. Ser amado seria um pedido, uma intromissão, um desconforto à espera de uma resposta nossa, de uma desilusão, de uma insensibilidade àquele amor que não queremos para nada, que nos apanhou e embaraça. Se calhar, na vida e na morte de quem ama e quem se ama, só se sente o não ser amado e o já não ser amado e, quando muito, o já ter sido amado. A ausência e a tristeza, por muito grandes que sejam, não são tão grandes como a presença, a alegria e a angústia do amor vivo, que ocupa os corpos todos e as almas todas.
É pena que enquanto se é amado por alguém nunca pareça que se é. Amado, de certeza, incondicionalmente, como é amado - também sem saber - quem amamos.
A maior sorte é pensar que a pessoa amada, à força de ser tão amada, quase por uma questão de empatia e reciprocidade, começa a enganar-se que nos ama também. É a que me cabe, graças à Maria João e ao amor com que a amo.
Ela ama-me também. Sem ser por arrasto - e com atraso. É isto que ela me diz. Eu não acredito. Mas cada vez tenho menos razões para não acreditar. É muito. É muito mais. Obrigado, meu amor.

Miguel Esteves Cardoso, in Público, 26 Julho 2012
publicado por susana às 06:47
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Constatações

Em tempos de ferias seria bom experimentar a distancia e aproveitar todos os momentos, que afinal passam num ápice. Mas nem sempre o conseguimos. Estamos de ferias, mas somos a mesma pessoa de sempre. E aos problemas, as angustias e as tristezas do dia a dia, vêem-se juntar outras tantas, que aparecem de surpresa. E não há descanso. Não há pachorra, só desilusão.
publicado por susana às 06:35
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Ida e volta

Ontem andei de comboio. Antes disso, uma pequena participação como atriz num filme de terror. Comprar bilhete não foi coisa fácil. Há anos que isso não acontecia e perceber a linguagem daqueles que o fazem diariamente foi tudo menos percetivel. Ainda nao percebi porquê o andante verde em vez do azul, só reti uma coisa, tinha levado carro e a viagem tinha ficado mais barata. Lá fomos, mãe e filha. Adormeceu a meio da viagem, mas rapidamente acordou. As ruas não estavam cheias, mas o vento frio estava desagradável. Ela gosta de apreciar a roupa, de preferencia a mais chamativa, na base dos folhos e cores fortes. Gosta de experimentar e mexer, mexer muito. Os logistas é que não acham piada nenhuma. Então em lojas de bijuteria e sapatos, era capaz de deixar tudo em estado de sítio. Gajas.
publicado por susana às 06:29
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Domingo, 5 de Agosto de 2012

Constatações

Há irmaos que nunca o foram. Há irmaos que não o são e amam-se como tal. Que partilham pedaços de infância como se fossem irmãos. Há irmaos assim, que não o são e vivem como se fossem. Há amores assim, daqueles verdadeiros entre irmaos, que na realidade não o são.
publicado por susana às 15:38
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Vai formoso e seguro

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Tem a vida mais facilitada. Pelo menos não se cansa tanto, que caminhar na areia, não é pêra doce. Duas rodinhas e lá vai ele, areal abaixo, areal acima, logo aqui na Aguda, que o areal é bem extenso.
publicado por susana às 15:32
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Hora da brincadeira

É no mês de Agosto que chegam os emigrantes. Chega a família, que de ano para ano se vê aumentada. Já não são só os tios e os filhos, são os namorados e as namoradas dos filhos, as esposas e os maridos e os seus próprios filhos. A mais nova geração em toda a seu força, em número e em género, feminino, o mais dominante. Os reencontros entre os petizes transformam-se em momentos de encantamento. Num ano que passa, as crianças dão um pulo enorme, mudam de feições, e a maior parte das conquistas passaram-nos ao lado, como os primeiros passos, as primeiras palavras, o primeiro dente, mas apesar disso, a aproximação acontece, da forma mais espontânea possível. A separação que a própria distancia criou com a passagem de mais um ano quase desaparece nesta partilha de momentos. E o reencontro é especialmente apreciado pelas crianças. Mesmo que nos primeiros momentos prevaleça a timidez, rapidamente se dissipa e nem a língua é um entrave. Entendem-se na perfeição e as brincadeiras transformam-se em momentos tão puros. Os meus filhos estão nas sete quintas, adoram a prima que nasceu, que ainda só conta com 4 meses e já são bem visíveis os momentos de ternura que partilham entre si. Têm cá os primos de França e neste fim de semana, uma das primas de Tomar, e o mundo deles está por estes dias muito mais colorido. Precisam destas relações, desta complementaridade de afetos, que não existe no dia a dia. Têm os amigos da escola, mas a relação com os primos, com os filhos dos primos tem outra dimensão. E essa lacuna conseguem preenche-la nesta altura do ano. E a felicidade invade-lhes o rosto quando marcam encontro para o dia seguinte, quando as brincadeiras não têm fim e quando falam e se divertem, como se privassem desde sempre, a toda a hora. É preciso muito pouco, para viver um momento de felicidade, e eles estão tão felizes. De tal forma que adormecem de rastos, vencidos pelo cansaço, mas quando acordam pela manha, é hora de novo recomeço e as brincadeiras, essas, não podem esperar. E não entendem quando lhes pedimos calma, porque o mundo não acaba, dizemos nós. Mas no fundo, somos nós que não os entendemos, porque nos esquecemos que já fomos assim.
publicado por susana às 14:01
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Sábado, 4 de Agosto de 2012

Percebes do nosso mar

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Enquanto uns apanhavam banhos de sol, outros de rocha, dedicados à apanha deste crustáceo, tão apreciado aqui por casa. Cozido em agua e sal, durante 15 minutos, os suficientes para dar como pronto este tão apreciado pitéu. Depois há que esperar que esfriem, o que é mais difícil. Mas vale a espera, que enquanto isso acontece, garante-se que a cerveja refresque o mais possível.
Um regalo, portanto.
publicado por susana às 17:08
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Força da natureza

A água está fria, muito fria, é preciso coragem para nos molharmos. Um mergulho no mar não é para qualquer um, não é para mim de tão friorenta que me tornei. Mas o dia de praia magnifico, transcende tudo. A manha acordou a modos que mal disposta, com azia, eu sei lá! Para um sábado de Agosto, acho-a deserta, ainda assim, o dia está magnifico. Mesmo com tantos cirros no céu a prometer chuva, para a madrugada de hoje. Bom, bom, é aproveitar um dia assim, que aqui no norte, já se sabe, os dias são uma incógnita. Ainda ontem, a nortada levava tudo pelo ar. Hoje uma calmaria paradisíaca. E que bem que me faz à alma. Provavelmente muitos não entenderão, mas o sol tem um grande poder sobre mim. É a energia positiva que o meu corpo precisa. Por isso hoje o dia está a ser tão bom.
publicado por susana às 16:54
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