Domingo, 1 de Fevereiro de 2015

Domingo doce

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Não foi difícil escolher as fotos. Podia ter colocado aqui tantas outras, que com certeza espelhariam o dia de hoje. Fotografias do mar, da minha praia, das gaivotas ao sol como plantações na areia. Dos barcos ou do farol. Do paredão! Da espuma das ondas e das pegadas na areia. Das bolas de Berlim, ou do arroz de marisco da mãe! Ou fotos das gargalhadas em família à volta da mesa. Ou das brincadeiras dos primos, da apanhada e da fugida. Dos sorrisos e dos abraços. Dos olhares comprometedores! Ou selfies e sol! Tantos momentos em fotos, tantos momentos guardados apenas por nós. Mas as panquecas são sinónimo de domingo. Quando há panquecas, há rituais nossos. De dias sem pressa que começam, quase sem saber que a vida lá fora já acordou! O relógio preguiça e o dia amanhece devagar, como se os ponteiros do relógio se arrastassem sem vontade de acordar. O pequeno almoço de domingo é tudo aquilo que contraria a primeira refeição num dia de semana normal, de trabalho e escola. É por isso que sabe tão bem. O namoro sem pressas, o nada para fazer. O não querer fazer nada. Só os beijos, que um a um, numa catadupla de carícias, nos acorda. O frio da rua, o quente dos lençóis, o silêncio da manhã e mais os beijos dos filhos. Um pequeno almoço simples, tão simples! As panquecas de domingo. O doce de tomate, a canela e o açúcar. Há manjares assim, tão banais, de uma simplicidade tamanha. Tão capazes de adoçar o melhor do nosso dia. Porque é preciso tão pouco para dar sabor à vida!
publicado por susana às 19:54
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